Desafio: agosto

Fiz ceviche em agosto! Uma das receitas que mais gostei de fazer pois foi a que mais me surpreendeu em sabor.

O Prato

A receita

Ingredientes

  • 200 a 300 g de filé de peixe (usei pescado)
  • 100 g de camarão fresco
  • Um maço de cheiro verde
  • Uma tanja pequena
  • 4 folhas de hortelã
  • 4 tomates cereja
  • 1 cebola roxa pequena
  • 2 limões sicilianos
  • Uma pimenta de cheiro
  • Pimenta ardorosa (eu usei a caiena aqui da horta =))
  • Sal e pimenta do reino a gosto

Preparo

Antes de tudo, cortar todos os ingredientes: o peixe e a tanja em cubos, a cebola em fatias, os tomates, a hortelã e as pimentas (tem que retirar as sementes), em pedaços bem pequenos. Numa vasilha, juntei o peixe e o camarão temperado com sal e pimenta do reino, espremi os limões em cima e deixei ‘cozendo’ no ácido do suco por uns 5 minutos, mexendo um tanto aqui e ali. Em seguida fui acrescentando os outros ingredientes, mexendo sempre.

Ps: aquele truque de deixar a cebola cortada na água gelada pra perder a acidez e o gosto forte, faça! O resultado é bom.

A receita é bem fácil, a apresentação fica bonita e a comida é leve (apesar disso, satisfaz como poucos pratos). Talvez a receita que mais gostei do resultado final.

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Desafio: julho

Um pouco distante, pois: tanta vida!

(…)

Em julho foi paella (com bruschetta de entrada). A família da minha pequena, na verdade, a irmã dela, o marido e os filhos bonitos, sabendo das minhas aventuras na cozinha, deram a ideia de estabelecer um calendário de jantares e almoços para me aproximar mais de todo mundo. Achei bacana da parte deles. Mas é uma responsabilidade porque o responsável total pelo jantar sou eu; quer dizer, o vinho eu deixo com eles.

À paella, então!

O prato

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A receita

Ingredientes

  • 1/2kg camarão fresco
  • 1kg de lula e polvo
  • 1/2kg de mexilhão
  • 1kg de arroz
  • açafrão
  • 2 tomates médios
  • 2 cebolas médias
  • 3 calabresas
  • 6 dentes de alho
  • 200g de ervilha
  • 2 limões sicilianos
  • 2 pimentões grandes (1 vermelho e  amarelo)
  • Bacon
  • Salsinha e cebolinha
  • Azeite, sal e pimenta a gosto

(para a bruschetta eu usei pão italiano, azeite, salame, queijo – não lembro qual hehe -, tomate cereja, orégano e manjericão daqui da horta)

Preparo

Primeiro, cortei o bacon, as calabresas, os tomates (sem sementes), as cebolas e o alho em tamanho pequeno. Depois preparei um caldo para cozinhar o arroz: os mexilhões fervendo na água com um tiquinho de sal e açafrão, numa panela média não tão cheia. Desliguei depois de 3 minutos, tirei os mexilhões e reservei a água quente. Numa panela grande, tipo a wok, fiz o refogado com azeite, bacon, calabresa, cebola e alho. Depois de alguns minutos com tudo dourado, acrescentei o polvo e o arroz; uma esquentadinha em ambos e despejei a água quente do caldo de mexilhões. Quando o arroz já tava secando (10 a 15 minutos), fui acrescentando o resto dos ingredientes: lula, camarão, mexilhão, ervilha, salsinha e cebolinha, além de corrigir o sal e colocar um tanto de pimenta do reino. Por último, os pimentões cortados ‘de comprido’, que eu intercalei com os limões sicilianos cortados em gomos. Daí, cobri a panela com papel alumínio e deixei mais 5 minutos até desligar o fogo.

Eu pensei que ia ser complicado, mas não foi, é um pouco trabalhoso só, principalmente por ser refeição para muitas pessoas (acostumado a fazer apenas paras duas). A noite foi agradável, acho que se foram uns 3 vinhos brancos. Eles tinham acabado de voltar da Argentina, ou seja, muito papo + muita comida e bebida.

Desafio: junho

Já dezembro! Eu cozinhei durante esse tempo todo, viu, fui convidado inclusive pela família da pequena a fazer jantares temáticos mensalmente – ó só! A preguiça é que não me deixa atualizar o blog com as receitas. Mas vamos lá, até amanhã posto as que estão atrasadas.

Em junho, fiz um churrasco sulista americano completo: fritas, costela de porco ao barbecue, anéis de cebola etc.

O prato

acho que a pequena gostou rsrs

A receita

Ingredientes:

  • uma costela de porco média, 800g mais ou menos
  • 3 batatas médias
  • 2 cebolas grandes
  • 3 dentes de alho
  • folhas de louro a gosto
  • pimenta do reino a gosto
  • molho inglês (substituindo o sal)
  • açucar
  • molho de tomate
  • vinagre de vinho tinto
  • 2 ovos
  • farinha de trigo
  • farinha de rosca
  • óleo (eu uso de granola)

Preparo

A batata frita é aquilo, sem segredos.

Os anéis têm que ser feitos com cebolas grandes. Cortei anéis com espessura média para não quebrarem facilmente. Coloquei-os na água com gelo para diminuir a acidez. Depois, frigideira com óleo bem quente. Anéis empanados no trigo-ovo-rosca e pronto: frigideira. Doure e retire.

A costela de porco, eu deixei marinando no tempero de molho-inglês-pimenta-louro-alho-vinagre por 3 horas. Enrolei no papel alumínio e levei ao forno pré-aquecido a 180°C durante um período de 50min a 1h, depois tirei o papel alumínio e deixei dourando por mais alguns minutos (30, no máximo). Nessa fase sem o papel alumínio, a cada 10 minutos, fui ‘regando’ a costela com o molho barbecue que fiz (preferi fazer, mas tem uns bem gostosos nos supermercados da vida, fica por conta do gosto de cada um).

O molho: o que sobrou do marinado levado ao fogo com o molho de tomate e o açúcar (mascavo), reduz até ficar bem encorpado.

X

Um questionamento tem me atormentado a cabeça nesse ano, de maneira como nunca antes. (Aliás, são dois, mas, como um é extensão do outro, prefiro pensá-los como uno). Que tipo de pessoa eu sou e que tipo de pessoa eu quero ser?

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Nos últimos meses, a partir do segundo semestre, especialmente, me propus um tipo de avaliação do estado atual da minha vida, e das relações que estabeleço com certas pessoas, mais próximas ou não.

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Acontecimentos traumáticos aceleraram o processo (no mais recente um dos meus tios preferidos levou um tiro no pescoço na rua de casa e quase ficou sem movimentos pro resto da vida, na verdade ele ainda está se recuperando nesse exato momento, então é melhor aguardar pra não comemorar o que não se sabe).

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Daí percebi que o mundo virtual me sugou completamente o estímulo (digo virtual não apenas o internetê, como também uma vida que se acha mas não é ou não vai ser).

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O fato é que pus diante de mim esse questionamento duplo e, através de muitas ponderações, tenho chegado a um ponto que une e, quem sabe, pode resolver os dois pontos da questão. Espero ter a sapiência necessária para fazer isso sem grande prejuízo emocional (ou de qualquer outro tipo) para mim e para os meus.

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Só pra deixar claro, isso não tem nada a ver com espiritualidade religiosa. O meu voltar pra dentro é mais palpável, não menos profundo apesar de mais estreito.

Reafirmo meu agnosticismo enquanto entender que fé não é uma variável fundamental na minha existência. Eu tenho preguiça de deus. (Olha, eu tenho a exata noção de que posso não sair impune desta afirmação, ok?).

IX

Esses tempos foram insanos por aqui. Resolvi botar pra fora por aí todo o meu nojo pelo PT-Lula-Dilma-e-sua-corja. Teve um pessoal que ficou meio assustado por eu defender publicamente a candidatura do Aécio e PSDB. Mas chega uma hora que não dá mais. E essa mentalidade esquerdizóide que nós todos aprendemos a ter desde cedo na escola e bradamos sem medo quando na universidade… pra não dizer muito: há um limite pra tudo isso; e, depois de certo ponto, é preciso crescer. Não me interpretem mal: não falo que crescer significa ser de direita, liberal, conservador ou o que valha. Crescer significa, aqui, perceber o óbvio: o processo político, econômico e social de constituição da nossa cidade-estado-país-povo é um pouco mais complexo do que a luta entre o bem e o mal.

Enfim, Dilma ganhou, mais quatros anos de muito estômago pra aguentar esse pessoal comandando o país. Só espero que eles não fiquem mais oito anos depois desse mandato. Eu, por aqui, vou fazer o meu pra que eles não fiquem.

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Ainda nesse quesito: os melhores textos que li sobre eleições, PSDB x PT, economia, política, Brasil, nos últimos meses não foram publicados em jornais, muito menos em revistas, mas sim em redes sociais. Sim! No Twitter e no Facebook, apesar dos histerismos (inclusive os meus), gente muito boa fez análises precisas com argumentos e ideias límpidas do processo todo. Recomendo muito o Marlos Ápyus (aqui, aqui e aqui) e o Joel Pinheiro da Fonseca (aqui e aqui).

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Durante esse tempo, também por causa da corrida eleitoral para a presidência, eu estive cada vez mais interessado em entender a economia do país no nível macro. Tanto que tô pensando seriamente em fazer o curso de Ciências Econômicas. Tenho bastante receio de fazer mais uma graduação, mas, traçando uma perspectiva de futuro para minha vida (no que se refere às finanças, especialmente), vejo que é extremamente necessário eu me voltar para áreas mais pragmáticas. A minha escolha na juventude (eu tinha 17 anos, cara) não foi muito feliz nesse aspecto. Ainda há tempo. Tô em dúvida entre Engenharia ou Economia. Faço o Enem no fim de semana, vamos ver.

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Ainda no quesito Economia: eu realmente tô mais que decidido a investir na bolsa no ano que vem. Tenho estudado sobre mercado de capitais desde o começo do ano, porém somente agora que o interesse por ações e investimentos na bolsa se consolidou de fato em mim. Tenho assistido a algumas aulas e palestras no youtube, tenho lido bastante em sites e blogs, baixei alguns ebooks, já levantei uma bibliografia técnica sobre o assunto (os melhores livros ainda não foram traduzidos para o pt-br, vou ter que exercitar meu inglês pereba) e já comecei a traçar uma estratégia para investimento a partir de 2015.

Descobri no Infomoney, o Meivox, um simulador da bolsa bem melhor que o do Uol e o da Folha que ajuda a acostumar com o ambiente da Bovespa. Descobri também o Investidor Miserável, que acompanha os investimentos de um cara que decidiu fazer um experimento ousado na bolsa: ele reserva mensalmente 20% do salário mínimo para compra de ações, focando no longo prazo (30 anos), pra tentar ver se a bolsa realmente dá pé para aqueles que não têm putos o suficiente para se tornarem grandes investidores – um estudo de caso que explica na prática muita coisa que normalmente as pessoas só veem na teoria.

E como ninguém é de ferro, tenho lido também o Vida de Pobretão, um misto de putaria com economia. hehehe. Grande descoberta.

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Ah, e ainda deu pra inscrever um projeto no mestrado da UFMA. Fiz sobre História da Alimentação mesmo – “Por uma História da Alimentação no Maranhão”, o título. Consegui um material garimpando na internet, comprei uns clássicos sobre o tema no Brasil e montei o projeto bonitinho. Espero passar na primeira peneira, o resultado sai no fim do mês. Os aprovados na etapa inicial vão para as provas, e depois entrevistas.

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Plano A, plano B e plano C pois tá foda a vida.

VIII

Enquanto a vida real continua bastante amedrontadora, ali e aqui na internet uns negócios bem massa pra distrair.

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A relação entre Fernando Pessoa e Aleister Crowley (sim, houve uma) por Ivo Barroso na Dicta&Contradicta: aqui.

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Falando em revista, recomendo muito a Nabuco. Recém nascida e comandada pelo ilustre maranhense Ronald Robson, a Nabuco é uma ótima alternativa para aqueles que procuram por uma visão menos obscurecida sobre a cultura brasileira.  Nas palavras precisas dos seus editores: “informa-lhe um desdém intransigente pelo sectarismo de nossas letras e pela substituição de cultura por agenda política”. Fui ao lançamento da edição 1 da revista aqui em São Luís que aconteceu no mês passado na importante livraria e editora Resistência Cultural, por sua vez, comandada pelo não menos ilustre José Lôredo Filho. (aliás, esse pessoal ainda vai fazer um bem danado para essa cidade, num outro post escrevo sobre). Ótimos ensaios e reflexões pertinentes. Tá dada a dica.

sim, eu saí de casa uma vez

sim, eu saí de casa uma vez

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Recomendo bastante também a Revista Mapa, publica e distribuída gratuitamente pelo pessoal da Arte e Letra, de Curitiba. Revista que prioriza traduções de resenhas e de textos de gente grande lá de fora, além de publicar trabalhos de autores brasileiros novos ou não tão conhecidos. O bacana da Mapa é que ela não tem quase nenhuma ‘papagaiada’; produzida por gente séria e comprometida com o propósito da qualidade literária.

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Por fim, uma da melhores coisas que já vi na internet. Um candidato a deputado estadual por São Paulo fez isso como propaganda para sua candidatura. Simplesmente maravilhoso. Tem outras coisas no mesmo naipe de qualidade na página dele, como esse papo sobre o liberalismo em Goku (DBZ).

As sete faces de Dario

Ideia para um segundo livro que também nunca escreverei

O nome dele é Dario. Ele é o personagem principal, mas só aparece na trama como coadjuvante, como um asterisco nas histórias que serão contadas. E que serão sete no total, uma diferente da outra, contadas de sete maneiras diferentes, por sete personagens/narradores diferentes, que participaram ou não da vida de Dario. Sim, ele é morto (suicida, talvez). Onipresente, porém discreto, quase inexistente. Em algum momento, uma história irá se relacionar com a próxima a ser contada (ou com a anterior), sem que os personagens ou narradores se relacionem, contudo. Apenas Dario estará relacionado com todos. E sua história será contada somente como um adendo às outras histórias. O nome do livro: As sete faces de Dario.

ps: já convenci a pequena que nosso primeiro rebento macho chamará Dario.

Três bandas fodas com… muito barulho

Como fã de Nirvana, sempre fui muito chegado ao barulho-arte. De Jesus and Mary Chain a Mogwai, passando por Black Flag e Melvins,  aquela anarquia sonora que fala antes com o corpo e bem pouco com o cérebro, que desperta muito mais o instinto do que o sentimento, é magia pura. Escolhi três bandas novas que fazem barulho com bom gosto apurado.

METZ

Eu ouvi Metz pela primeira vez por causa do Rock’n’Beats. Tinha uma coluna no site que reunia pequenas resenhas dos lançamentos da semana. A editora do site jogava no email os discos lançados e os redatores escolhiam um ou mais álbuns para resenhar. Numa dessas, encontrei o selo Sub Pop ao lado do nome Metz e não tive dúvida. Baixei o disco e fui ouvir no carro (meu lugar preferido pra ouvir música porque é onde quase sempre tô sozinho e onde, por ser lugar fechado e pequeno, o som pode ‘bater’ no corpo, e não somente no ouvido). Logo nos primeiros segundos do disco, percebi do que se tratava e aumentei o volume: que grande disco, que grande banda! Uma das músicas desse álbum, o de estreia deles, chama Headache – dá pra sentir o drama, né?

THE WYTCHES

Conheci agorinha há pouco e já tô apaixonado. O amigo Denis, baterista blueseiro e pessoa das melhores (além de ser o mentor da próxima banda da lista), me deu o toque: “ouve!”. Ouvi. É provavelmente a melhor banda que vou ouvir esse ano. O vocalista tem uma presença forte. Lembra muito outros dois caras experientes no quesito barulho. O som deles é um surf music produzido por satanás. Nada menos. Pesquisei aqui e descobri que lançaram um disco no mês passado, que já tá no play. Recomendo muito.

  SULFÚRICA BILLI

É daqui de São Luís. É Instrumental. É um duo. É barulhenta como deve ser. E é encabeçada por um dos caras mais fodas que já conheci. Denis Carlos faz miséria com um violão tonante pequeno, velho e imundo que ele tem. Sem pena, ele meteu um Humbucker nessa viola, e sempre toca com ela no volume máximo, usando um big muff ainda por cima. É bonito. Lançaram um EP massa, vão lançar um disco mais massa ainda por esses tempos (fica ligado) e certamente por aí não vão parar. Os nomes das músicas são uma atração à parte. Mas o melhor mesmo são os riffs – entre o metal, o punk e tudo o que há de melhor na música barulhenta. Sulfúrica Billi é foda!

Desafio: maio

Faz um tempo já… rs

Fiz nhoque em maio. Nenhuma novidade. A novidade é que fiz nhoque pela primeira vez.

O prato:

2014-07-15 19.42.09

A receita

Ingredientes:

  • 6 batatas médias
  • 1 xícara de farinha de trigo
  • sal a gosto
  • parmesão ralado
  • 1 lata de molho de tomate
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 200g de carne moída
  • 1 linguiça suína
  • 2 dentes de alho
  • folhas de manjericão e orégano

Preparo:

A massa eu fiz da maneira tradicional. Cozinhei as batatas na água quente com sal em fogo bem alto; quando ficaram bem macias, desliguei o fogo, escorri a água e deixei elas esfriarem. Depois ralei e amassei as batatas(com processador é mais fácil, mas ainda não temos aqui em casa) e fui polvilhando de leve com a farinha de trigo até formar uma massa uniforme, não tão firme e nem tão ‘mole’. Ah, botei um pouco de queijo ralado também. Dividi a massa em algumas partes, fiz rolinhos e depois fui cortando com uma espátula no formato do nhoque.

Para o molho, dourei o alho, a carne e a linguiça no azeite por uns poucos minutos; depois juntei o molho de tomate (eu uso aquele de lata que vem com uns pedaços bonitos de tomate), daí deixei apurar em fogo bem baixo por alguns outros minutos. Aprendi com o Buddy que molho de tomate com carnes fica sempre melhor quando cozido em fogo bem baixo. Só isso. Se tiver muito ácido, uma pitadinha de açúcar e tchan nan nan.

O nhoque cozinha em água fervendo e com muito sal. Ao subir do fundo da panela, está pronto.

Pra montar o prato é só despejar o molho (eu o deixo sempre bem firme) sobre o nhoque ainda quente. Coloquei ainda o manjericão e o orégano (da minha horta \o/) e bastante queijo (o que achei na geladeira).

Fácil, gostoso e pesado. Como gostamos aqui em casa.

Fuck

A melhor cena de The Wire, quiçá de toda a história das séries americanas.

Fuck fuck motherfucker fuck me fuckin’ey… e um caso resolvido!

Tem que assistir à série, ou pelo menos a este episódio, pra sacar o quanto essa cena é genial.

(Estou fazendo maratona com as 5 temporadas; uma lindeza só. Roteiristas de outro mundo. Melhor que muitos romances policiais que já li. The Wire é excelente demais)