VI

Nesses últimos tempos, resumidamente, tenho estudado pra concurso. Sim! E isso já diz mais que tudo. Quero ganhar ‘diêro’, mais do que ganho atualmente, digo, pois o negócio tá pegando.  E levando em conta que eu não sei fazer porra nenhuma da vida a não ser música e procrastinar… enfim.

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Daí que estudando com as aulas do curso online ministrado pelo Rodrigo Canda, lá de Curitiba, comecei a me tocar um pouco mais sobre como funciona parte da economia no Brasil, e como isso se relaciona com a política no país. Tá sendo interessante aprender um tanto sobre o Sistema Financeiro Nacional, especialmente no que se refere a CVM, bolsa de valores, mercado de balcão, etc. Até me arrisquei nos simuladores da Bovespa no Uol e na Folha pra tentar entender a coisa na prática.

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Fora isso, já tô sentindo falta de Mad Men, que voltou ontem para sua temporada final =/. Se não a melhor série que assisti, a que mais gostei, certamente, mais até que Sopranos. Não preciso falar das qualidades dela porque tem um monte de gente/texto foda na internet que já cumpriu esse papel. Tem essa matéria da Rolling Stone com o Weiner, o Hamm e o pessoal todo do elenco sobre como vai ser essa última temporada, vale a leitura.

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Alguns links que roubei por aí e achei duca:

Livros da biblioteca de Harvard encapados com pele humana.
Como não rir disso.
Mini doc sobre um show do Nirvana pouco antes do estouro.
Demo de Billie Jean com Michael Jackson fazendo todas as notas, acordes, harmonias e melodias com a boca num gravadorzinho. Um gênio!
Cada parte de London Calling em canal separado. Arte pura. Clash era muito gigante de bom.

Desafio: Março

Fiz salmão pela primeira vez. Apesar de não ser fresco, o prato ficou acima do esperado.  Molho de maracujá (com umas folhinhas de hortelã daqui da minha horta, rsrs) por cima. Batatas sauté e aspargos pra acompanhar, além do arroz básico do maranhense. Simplicidade. Desafio cumprido no mês de março.

O prato:

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2014-03-17 19.23.21

A receita:

Ingredientes

  • 500g de salmão (infelizmente foi o de supermercado mesmo)
  • Suco de 1 laranja
  • Polpa de 1 maracujá
  • Sal e pimenta do reino a gosto
  • 4 batatas pequenas
  •  Salsinha picada
  • 1 colher de manteiga
  • 1/2 colher de azeite
  • 300 g de aspargos (também não fresco – eu juro que isso vai mudar)

Preparo:

Antes de tudo, é preciso fazer uma redução do suco de laranja e da polpa do maracujá.

Temperar o salmão é simples: sal e pimenta em ambos os lados, levemente; sobre a pele do peixe, um tanto de azeite – pronto. Daí é só deixar descansar um pouquinho. Enquanto isso, uma frigideira antiaderente no fogo médio e mais um tanto de azeite. Em seguida, o salmão para grelhar dos dois lados. Não demora muito e já está no ponto, dourado e suculento.

Dá pra fazer o molho na mesma frigideira em que foi grelhado o salmão. Basta acrescentar a ela meia colher de farinha de trigo, misturar a redução de laranja e maracujá e deixar engrossar.

Quanto às batatas, nada de especial: só fervê-las uns minutos já temperadas com sal até que fiquem cozidas mas ainda firmes. Depois é só levá-las a uma frigideira com azeite e manteiga até dourar, e finalizar com a salsinha.

Os aspargos, mesma coisa. Simples.

Pronto! Monte o prato e vá pro abraço.

Das descobertas tardias: The Replacements

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Don’t Tell a Soul é o disco. The Replacements, a banda. O ano: 1989.

Esse caso se trata de uma redescoberta. Estou reparando uma injustiça, pois, apesar de conhecê-los há muito tempo, nunca havia escutado a discografia da banda com a atenção que merece. Esse texto no Scream&Yell me fez parar para ouvir tudo – e amar tudo!

Nem é o melhor disco deles, nem é o que melhor representa a banda de Minneapolis, mas é o que me bateu mais forte por esses dias.

Como disse alguém em um dos comentários do texto acima citado, “Replacements é como assistir a um filme do John Hughes. É nostálgico sem soar deprê”.