242 discos, 255 filmes e um desafio (quase) cumprido

Os números foram melhores do que eu achei que seriam, apesar do desafio não ter sido cumprido como deveria. Não deu para chegar aos 365 filmes e discos em 365 dias. Mas a média foi digna. Porra, vi 255 filmes num ano! 242 discos ouvidos, em sua maioria discos de 2013, porra, é muita coisa! E tudo inédito, nenhum dos filmes eu já tinha visto antes, nenhum dos discos eu já tinha escutado.

Não vou fazer lista, por motivos óbvios (é coisa demais pra listar), mas os meus destaques de tudo o que vi e ouvi em 2013 foram:

Filmes que mais gostei:

De 2013 => Rush – Direção: Ron Howard

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Um filme espetacular. Apenas isso. Daniel Brühl perfeito como Niki Lauda. Direção perfeita do Ron Howard. Cenas incríveis das corridas. Trabalho magnífico de reconstituição dos autódromos,  dos grand prix, do clima da F1 nos anos 70: os bastidores, a relação dos pilotos com o público, com a imprensa… o filme definitivo sobre automobilismo, e que conta uma história de rivalidade e amizade de maneira mais que competente.

De qualquer ano => A Banda – Direção: Eran Kolirin

Uma banda egípcia se perde em Israel e disso nasce um filme extraordinário. Um conselho: assistam a esta  singela peça cinematográfica. Pra mim, cinema é isso aqui!

Discos que mais gostei:

De 2013 => DistânciaLupe de Lupe

A primeira música desse disco é estranha e fundamental. Esse disco é estranho e fundamental. Essa banda é estranha e fundamental. Bom demais ter gente deste tipo fazendo canções deste tipo por aí. São lá de Minas, pouca gente dá bola, tem umas entrevistas ‘contundentes’ dos caras circulando por aí, é bacana demais ‘ouvi-los’ falar, e é melhor ainda ouvi-los tocar.

De qualquer ano => All This Sounds GasPreston School of Industry

Em 2013 eu reafirmei ainda mais o meu amor pelo Pavement, pelo Malkmus, acima de tudo. Não pude ir a nenhum dos shows dele da tour no Brasil no começo do ano, mas escutei o cara como se não existisse mais nada pra ouvir no mundo. Também comecei a prestar atenção no que os companheiros do cara fizeram ou estão fazendo de som desde o fim da banda. Qual não foi a minha surpresa quando me deparei com esse disco do ‘Spiral Stairs’, também conhecido como Scott Kannberg (guitarrista e o outro compositor do Pavement), lançado sob o nome de Preston School of Industry, que por sua vez é o título de um dos lados B’s mais legais da banda. Enfim, esse disco é sensacional. As primeiras 5 músicas são matadoras.

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Sobre Paulo Henrique Moraes

sempre entre a palavra e a música.

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