Viagens, shows e alguma diversão – parte 3

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Uma das melhores e mais divertidas apresentações da Velttenz – foto por Mauro Velten

Continuando o post prometido em três partes sobre algumas coisas que aconteceram de legais na minha vida nos últimos meses, agora é hora de falar um pouco sobre os shows que fiz com a Velttenz, e alguns outros que organizei esse ano.

Lá no começo de 2013, viajei pra Teresina pra tocar no lançamento do disco do amigo Trincado, já contei aqui como foi mais ou menos. O importante nessa brincadeira (pra mim é isso, uma brincadeira divertida, apenas) de ter banda, e tocar, e viajar, etc etc, é conhecer gente, fazer amigos. É clichê, mas é verdade. Lá em Teresina já conhecíamos o pessoal da Trinco, que agora está com projeto novo, o Guardia Nova, e já conhecíamos também o pessoal da BR 316 por causa de um show da Garibaldo lá em 2012. Daí esse ano, como já tínhamos trazido a Trinco para tocar aqui em São Luís, resolvemos trazer a BR, que é uma puta banda de blues rock, cuja presença de palco é impressionante (para quem acha o blues branco de agora monótono, deveria ver o show da BR 316). Fizemos o show deles na segunda edição consecutiva do Grito Rock em que participei da organização. Foi divertido. Fiquei responsável por apresentar a cidade à banda. Dois dias de muito papo bom e felicidade recíproca. O show deles foi fodão! Tanto é que eles estão voltando à cidade para um evento de blues que acontecerá agora no sábado.

Logo em seguida ao Grito Rock, fiz com a Velttenz alguns do melhores shows desses três-quase-quatro anos tocando rock com a banda. Um deles foi no lançamento do disco da Gallo Azhuu, disco que já até destaquei por aqui mesmo no blog. O show deles foi bonito de ver; todo mundo cantando as músicas, gritando ou acompanhando os solos. Coisa de gente grande. Assim como nosso show, modéstia à parte, hihi. No dia seguinte ainda teve uma show-reunião-de-amigos com apresentações nossa e da Megazines, com participação de quase todo mundo que toca rock em São Luís, uma ‘jamzona’ caótica e divertida. Outro dia memorável.

Pouco tempo depois, participamos do show em comemoração ao aniversário de 5 anos da Megazines, que teve ainda apresentação da goiâna Black Drawing Chalks. Os caras mandaram ver lindamente, os maranhenses, digo, não os goiânos, que tocaram a maior parte desse disco mais ou menos deles lançado ano passado (o segundo deles é fodão, mas nesse terceiro eles erraram a mão no stoner). Abrimos a noite, foi massa apesar de alguns contratempos e cansaço.

Desde então temos gravado nosso primeiro disco, um EP com 6 músicas. Acabamos recentemente. Já já iremos liberá-lo para download. A primeira faixa do EP que irá se chamar Live or Die, ao melhor estilo Rock’n’Roll, já tá no ar. Não conseguimos pensar num nome para ela, por isso a faixa acabou ficando com o apelido pelo qual a chamamos nos shows e ensaios: Punk (dá pra ouví-la aqui). O Kiko, baterista da banda, editou um vídeo para marcar o lançamento do single. Todos esses shows sobre os quais falei anteriormente foram registrados e acabaram virando esse webclipe.

Foi isso. Deu pra resumir, ufa!

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Sobre Paulo Henrique Moraes

sempre entre a palavra e a música.

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